Encerrando ciclos e fortalecendo o eu presente

Serei para sempre uma defensora de que ciclos precisam ser revisitados e só se fecham quando nos sentimos em paz com eles a nível e alma.

Antes de iniciar minha fala, já peço desculpas ao que gostam das frases “dorme que passa”, “um amor só de cura com outro”, “o que é passado já passou”. S e r á?
O passado é um tempo que faz parte da sua história e pode te acompanhar até hoje se você não realmente o colocar em um bom lugar e isso não é uma afirmação cognitiva, não é uma escolha 100% consciente, é um movimento interno muito maior.

Quando escolhemos fechar ciclos, transacionar de carreira, finalizar uma relação amorosa ou não, mudar de casa, iniciar um novo trabalho, mudar nosso estilo de roupa, cortar o cabelo, aniversariar, mudar seu estilo de vida, comer melhor, nos permitir fazer algo pela primeira vez… tudo isso é fechar ciclos e uma parte sua fica no passado e muitas vezes ela fica perdida.


Suas dores não irão embora quando você muda de cidade, elas se mudam com você.

Quando compreendemos a importância de dizer um simples “adeus, obrigada pelo tempo que partilhamos juntos, você foi muito importante para mim” e seguimos, a parte sua que compartilhou aquele momento com você vai ficar guardada em um lugar de reconhecimento e não precisará voltar para reivindicar o seu lugar, quase como fantasmas do passado assombrando seu presente, elas voltam em padrões que se repetem, partes da nossa vida que entram em bloqueio sem nenhuma razão aparente, sintomas físicos e emocionais.
Tudo isso e mais um pouco, é você, conversando com você, pedindo para ser visto, lembrado e reconhecido a sua devida importância.

Ritualizar as mudanças e as passagens é algo muito importante para o ser humano, há uma compreensão que algo está mudando, um reconhecimento do próprio luto e uma chance para o novo. No meio de tanto ciclo fechado, onde ficam as emoções?

Muitas vezes em uma pilha no canto toda bagunçada ou dentro de caixinhas esquecidas e empilhadas. São ciclos demais para dar conta e emoções demais para reconhecer em cada ciclo, eu não “tenho tempo para isso”.

Ciclos não precisam ser difíceis de fechar ou muito elaborados, apenas uma frase, um dialogo interno já é o suficiente, mas se por aí há emoções profundas, ciclos difíceis demais para serem fechados e que te causam feridas muito abertas e antigas, eu te convido a estar comigo no Programa Forgive-me que abre as suas vagas no dia 21/08, um verdadeiro bálsamo de amor, onde você poderá explorar as suas antigas versões em um espaço seguro e liberar elas, para que elas também tenham um espaço seguro dentro de você. 

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Sou Maiara Coutinho e enquanto psicoterapeuta e consteladora sempre busco transbordar em compaixão e verdade por aqui!

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